Seguro cyber, também chamado de seguro de riscos cibernéticos, é a apólice que paga os custos de um ataque digital à sua empresa e os prejuízos que esse ataque causar a clientes e parceiros. Neste guia você entende o que ele cobre, o que fica de fora, como ele trata ransomware e LGPD, o que faz o preço subir ou descer, o que a seguradora exige para aprovar e o que fazer nas primeiras horas depois de um ataque.
Resposta curta
- O que cobre: resposta ao incidente, perícia, recuperação de dados, lucro perdido com a paralisação, gestão de crise e reclamações de terceiros cujos dados foram expostos.
- O que não cobre: ataque que começou antes da apólice, falha conhecida e não corrigida, erro sem ataque e, em muitas apólices, atos de guerra ou ataques de governos.
- Quanto custa: não há tabela pública. O preço depende do faturamento, do ramo, dos dados que a empresa guarda e dos controles de segurança.
- O que a seguradora exige: autenticação em dois fatores, backup isolado e testado, antivírus ou EDR, atualizações em dia e equipe treinada.
- Por que agora: o Brasil chegou a 4.001 ataques semanais por organização em junho de 2026, e as indenizações do seguro cyber cresceram 253% no início do ano.
O que é seguro cyber
É um seguro feito para os riscos que nascem no mundo digital: invasão de sistemas, sequestro de dados (ransomware), vazamento de informações de clientes, golpes por e-mail falso e paralisação da empresa por um ataque.
Ele funciona em duas frentes:
- Danos da própria empresa: o que você gasta para conter o ataque, recuperar os sistemas e voltar a funcionar, além do faturamento perdido no período parado.
- Danos a terceiros: o que clientes, pacientes ou parceiros cobrarem de você porque os dados deles foram expostos ou porque o ataque passou para os sistemas deles.
Além do dinheiro, boa parte das apólices dá acesso a uma equipe de resposta a incidentes, com técnicos, peritos e advogados, acionada por um canal de emergência. Para uma pequena empresa que não tem área de TI, esse apoio costuma valer tanto quanto a indenização.
Por que o seguro cyber ganhou espaço em 2026
Os números que explicam a procura
| Indicador | Dado | Fonte |
|---|---|---|
| Ataques no Brasil | Média de 4.001 ataques por semana por organização em junho de 2026, alta de 44% em um ano. A média mundial foi de 2.270. | Check Point Research |
| Prêmios do seguro cyber | Mais de R$ 173 milhões de janeiro a setembro de 2025, 145% acima do mesmo período de 2021. | CNseg |
| Crescimento em 2026 | De janeiro a abril, a arrecadação subiu 71,1% e as indenizações pagas subiram 253,1%. | CNseg |
| Preparo das empresas | 42% das organizações não tinham plano estruturado de resposta a incidentes. | Pesquisa MiTi, citada pela Revista Apólice |
Indenizações crescendo mais rápido que os prêmios indicam que os ataques estão gerando prejuízo real e que as seguradoras tendem a ficar mais exigentes na análise.
Outro sinal é a chegada do produto às pequenas e médias empresas. Em 2026, o BB Seguros passou a incluir uma cobertura cibernética no seguro empresarial para PMEs, com indenização de R$ 20 mil a R$ 40 mil conforme o plano, e a Akad lançou uma cotação digital em que empresas elegíveis concluem o processo em cerca de 30 minutos.
O que o seguro cyber cobre
Coberturas mais comuns em apólices de riscos cibernéticos
| Cobertura | O que paga | Exemplo |
|---|---|---|
| Resposta a incidentes | Especialistas para conter o ataque, perícia forense e assessoria jurídica | Descobrir por onde o invasor entrou e fechar a porta |
| Recuperação de dados e sistemas | Restauração de arquivos, sistemas e equipamentos afetados | Reinstalar o sistema da clínica depois de um ransomware |
| Interrupção dos negócios | Lucro líquido perdido e despesas extras enquanto a empresa fica parada | Loja virtual fora do ar por quatro dias |
| Extorsão cibernética | Negociação com especialistas e, em algumas apólices, o resgate, dentro da lei | Criminoso ameaça publicar dados se não receber pagamento |
| Gestão de crise e notificação | Comunicação com clientes, imprensa e ANPD, central de atendimento e monitoramento de crédito | Avisar 2 mil clientes de que os dados foram expostos |
| Responsabilidade civil | Defesa e indenizações a terceiros prejudicados pelo vazamento ou pelo ataque | Paciente processa a clínica por exposição do prontuário |
| Processos administrativos | Defesa em procedimentos de órgãos reguladores e, quando permitido, penalidades | Processo da ANPD após um vazamento |
| Fraude e engenharia social | Perdas com transferências feitas a partir de e-mails ou mensagens falsas, com sublimite | Financeiro paga boleto adulterado de um "fornecedor" |
Nem toda apólice tem todas essas coberturas, e várias têm sublimites menores que o limite total. Na cotação, compare cobertura por cobertura.
O que o seguro cyber não cobre
As exclusões mais frequentes são:
- Incidente anterior à apólice. Invasões podem começar semanas antes do ataque visível. Se o acesso ocorreu antes da contratação, pode não haver cobertura.
- Falha conhecida e não corrigida. Se o ataque explorou uma vulnerabilidade pública que a empresa poderia ter atualizado, a seguradora pode negar.
- Eventos sem ataque. Pane de equipamento, queda de energia e erro humano sem ação criminosa costumam ficar fora da cobertura principal.
- Atos de guerra e ataques de governos. Muitas apólices excluem, com redações que variam.
- Declarações falsas no questionário. Dizer que tem autenticação em dois fatores ou backup quando não tem pode levar à perda do direito à indenização.
- Melhorias de segurança. O seguro recupera o que existia; investimentos para deixar o sistema melhor que antes ficam por conta da empresa.
O seguro cyber cobre ransomware?
Ransomware é o ataque em que o criminoso trava os arquivos da empresa e cobra para liberar. Na maioria das apólices, a resposta ao ataque, a negociação conduzida por especialistas e a recuperação dos sistemas estão cobertas. O pagamento do resgate é o ponto mais delicado: depende da apólice e da legalidade, e muitas seguradoras exigem autorização prévia.
A regra prática é simples: não pague nada e não negocie sozinho. Acione primeiro o canal de emergência da seguradora. Pagar sem autorização pode comprometer a indenização, e pagar não garante que os dados voltem.
Seguro cyber e LGPD
A Lei Geral de Proteção de Dados obriga a empresa a proteger os dados pessoais que trata e a comunicar incidentes relevantes. Três pontos importam para o seguro:
- Comunicação à ANPD e aos titulares. Pela Resolução CD/ANPD nº 15/2024, o incidente que possa causar risco ou dano relevante deve ser comunicado em até 3 dias úteis a partir do conhecimento. O seguro costuma cobrir os custos dessa comunicação e da assessoria jurídica.
- Sanções. O art. 52 da LGPD prevê advertência, publicização da infração, bloqueio ou eliminação dos dados e multa de até 2% do faturamento, limitada a R$ 50 milhões por infração.
- Multa no seguro. A cobertura de multas depende da apólice e do que a lei permite segurar. A defesa no processo costuma estar coberta; a multa em si pode estar excluída ou limitada.
O seguro não substitui a adequação à LGPD. Ele reduz o prejuízo financeiro quando algo dá errado, mas a empresa continua responsável por ter medidas de segurança adequadas.
Quanto custa um seguro cyber
Não existe tabela pública de preço para seguro cyber no Brasil. Cada empresa passa por uma análise de risco, e o preço sai da combinação destes fatores:
O que pesa no preço do seguro cyber
| Fator | Por que pesa |
|---|---|
| Faturamento | Define o tamanho do prejuízo com a paralisação e o porte da apólice |
| Ramo de atividade | Saúde, finanças, varejo on-line e serviços profissionais guardam dados mais sensíveis ou dependem mais de sistemas |
| Volume e tipo de dados | Muitos cadastros de clientes, dados de saúde ou financeiros aumentam o custo de um vazamento |
| Controles de segurança | Autenticação em dois fatores, backup e EDR reduzem o risco e o preço |
| Limite e franquia | Quanto maior o limite e menor a franquia (retenção), maior o prêmio |
| Histórico | Incidentes anteriores e reclamações pesam na análise |
Para pequenas empresas, há dois caminhos de entrada. O primeiro é a cobertura cyber embutida no seguro empresarial, com limites menores, como os R$ 20 mil a R$ 40 mil do produto do BB. O segundo é uma apólice cyber própria, com limites e coberturas definidos para o porte da empresa. Comparar os dois na cotação mostra quanto de proteção cabe no orçamento.
O que a seguradora exige para aprovar
Antes de cotar, a seguradora aplica um questionário e, muitas vezes, uma varredura externa de vulnerabilidades. Estes são os controles que mais aparecem:
Checklist de segurança para o seguro cyber
| Controle | O que é na prática |
|---|---|
| Autenticação em dois fatores (MFA) | Código no celular além da senha, no e-mail, no acesso remoto e nas contas de administrador |
| Backup isolado e testado | Cópia fora da rede principal, que o ataque não alcança, com teste periódico de restauração |
| Antivírus moderno ou EDR | Proteção que detecta comportamento suspeito em todos os computadores, não só no servidor |
| Atualizações em dia | Sistema operacional, programas e equipamentos de rede atualizados com frequência |
| Acessos separados | Contas comuns para o dia a dia e contas de administrador só para quem precisa |
| Treinamento da equipe | Orientação contra phishing, boletos falsos e golpes por WhatsApp, de preferência com simulações |
| Plano de resposta | Quem faz o quê no dia do ataque, com telefones e passos escritos |
Responda o questionário com exatidão. Informação falsa pode levar à perda da indenização justamente no momento em que a empresa mais precisa.
Quem precisa de seguro cyber
Qualquer empresa que guarda dados de clientes, recebe por Pix ou boleto, negocia pagamentos por e-mail ou para de faturar quando o sistema cai. Os perfis mais expostos são:
- Clínicas, consultórios e laboratórios: dados de saúde são dados sensíveis pela LGPD, e prontuário parado é atendimento parado.
- Escritórios de advocacia e contabilidade: guardam documentos sigilosos, dados fiscais e bancários de muitos clientes.
- Lojas virtuais e varejo: dependem do site e dos meios de pagamento e guardam cadastros de compradores.
- Imobiliárias e administradoras: lidam com contratos, documentos pessoais e repasses financeiros.
- Empresas de tecnologia e prestadores de serviços: um incidente pode passar para os sistemas dos clientes. A Resolução BCB nº 498/2025 tornou obrigatório o seguro de responsabilidade civil e riscos operacionais, incluindo segurança cibernética, para prestadores de serviços de TI no Sistema de Pagamentos Brasileiro.
Três exemplos de como o seguro atua
Exemplos ilustrativos para mostrar o funcionamento das coberturas. A indenização real depende das condições de cada apólice.
1. Ransomware em uma clínica
Na segunda-feira, os computadores da recepção mostram uma mensagem de resgate e a agenda fica inacessível. A clínica aciona o canal de emergência da seguradora, que envia especialistas para isolar a rede, avaliar se houve cópia dos dados e restaurar o sistema a partir do backup. Entram na conta a resposta ao incidente, a recuperação de dados, a interrupção dos negócios pelos dias sem atendimento e, se os prontuários foram expostos, a notificação aos pacientes e à ANPD.
2. Boleto falso em um escritório de contabilidade
Um criminoso invade o e-mail de um fornecedor e envia um boleto com dados bancários trocados. O escritório paga. Se a apólice tiver cobertura de fraude por engenharia social, a perda pode ser indenizada até o sublimite contratado. Se o e-mail invadido foi o do próprio escritório e clientes foram prejudicados, entra a responsabilidade civil.
3. Vazamento em uma loja virtual
A loja descobre que a base de clientes está à venda em um fórum. O seguro paga a perícia para entender o que vazou, a gestão de crise, a comunicação aos clientes e a defesa em eventuais reclamações e processos.
Seguro cyber, empresarial, RC profissional ou D&O?
Qual seguro cobre o quê
| Seguro | Protege | Cobre ataque digital? |
|---|---|---|
| Seguro cyber | Prejuízos de incidentes digitais da empresa e de terceiros | Sim, é o foco |
| Seguro empresarial | Prédio, equipamentos e estoque contra incêndio, roubo e danos elétricos | Em geral não; alguns incluem uma cobertura cyber de valor menor |
| RC profissional | Erros na prestação do serviço que causem prejuízo ao cliente | Normalmente não cobre o incidente cibernético em si |
| D&O | Patrimônio pessoal de diretores e administradores em processos por atos de gestão | Não cobre os custos do ataque; pode responder por acusações de má gestão do risco |
Na prática, os seguros se complementam. Uma clínica, por exemplo, pode ter o seguro empresarial para o patrimônio físico, a RC profissional para erros no atendimento e o seguro cyber para o risco digital.
Minha empresa foi atacada: o que fazer nas primeiras horas
- Desconecte da rede os computadores afetados (cabo e Wi-Fi), sem apagar nada.
- Acione o canal de emergência da seguradora, se tiver seguro cyber, antes de contratar qualquer empresa por conta própria.
- Não pague resgate nem negocie sozinho.
- Preserve as evidências: mensagens de resgate, e-mails suspeitos, horários e registros dos sistemas.
- Troque as senhas a partir de um equipamento limpo, começando pelo e-mail e pelos bancos.
- Avalie a comunicação à ANPD e aos titulares dentro de 3 dias úteis, se houver risco relevante aos dados pessoais.
- Registre boletim de ocorrência, que costuma ser pedido pela seguradora e pelos bancos.
Como contratar seguro cyber com a CMA
A CMA Corretora, franquia Seguralta em Salvador, atende empresas em todo o Brasil e cota seguro cyber com Allianz, AIG, Akad, Chubb, Swiss Re, Tokio Marine e Zurich. O caminho é este:
- Conversa inicial: ramo, faturamento, número de computadores e funcionários e o que a empresa já tem de proteção.
- Questionário e análise: a gente indica em quais seguradoras a empresa se enquadra. Em alguns casos, a cotação é digital e sai no mesmo dia.
- Comparação: limites, sublimites, franquia, exclusões e serviço de resposta a incidentes, lado a lado.
- Ajustes: se faltar algum controle exigido, a gente mostra o que falta para melhorar a aceitação ou o preço.
Para pedir a cotação direto, veja a página de seguro cyber para empresas. Se a empresa também precisa proteger o patrimônio físico, veja o seguro empresarial. Para equipamentos portáteis da equipe, há o seguro de notebook e tablet.
Atualizações
Este guia é revisado sempre que surge uma mudança relevante em regras, coberturas ou ataques que afetem empresas brasileiras.
- 07/11/2026: publicação do guia, com dados da CNseg (jan–abr/2026) e da Check Point Research (jun/2026).
Perguntas frequentes
O que é seguro cyber?
É o seguro de riscos cibernéticos: ele paga os custos de um incidente digital na sua empresa, como invasão, ransomware ou vazamento de dados, e os prejuízos que esse incidente causar a clientes e outras pessoas. Também costuma incluir uma equipe especializada para ajudar na resposta ao ataque.
O que o seguro cyber cobre?
Em geral, dois grupos de prejuízo. Os da própria empresa: perícia, resposta ao incidente, recuperação de dados e sistemas, lucro perdido com a paralisação, gestão de crise e notificações. E os de terceiros: reclamações e processos de clientes ou parceiros cujos dados foram expostos, com custos de defesa. Cada apólice tem seus limites e sublimites.
O que o seguro cyber não cobre?
Costumam ficar de fora incidentes que começaram antes da contratação, ataques que exploram falhas conhecidas e não corrigidas, falhas de equipamento e erros sem ataque, e, em muitas apólices, ataques atribuídos a governos ou atos de guerra. A lista exata está nas condições gerais de cada seguradora.
Quanto custa um seguro cyber?
Não existe tabela pública. O preço depende do faturamento, do ramo, do volume e do tipo de dados que a empresa guarda, dos controles de segurança e do limite escolhido. Empresas com autenticação em dois fatores, backup isolado e antivírus moderno pagam menos e têm mais chance de aprovação. O valor real só sai na cotação.
O seguro cyber cobre ransomware?
A resposta ao ataque, a negociação com especialistas e a recuperação dos sistemas costumam estar cobertas. O pagamento do resgate em si depende da apólice e da legislação, e muitas seguradoras exigem autorização prévia. O ideal é nunca pagar nada antes de acionar a seguradora.
O seguro cyber paga multa da LGPD?
Depende da apólice e do que a lei permite segurar. Os custos de defesa no processo, de notificar os titulares e de comunicar a ANPD costumam estar cobertos. Já a multa administrativa pode estar excluída ou limitada. Leia esse ponto com o corretor antes de contratar.
Pequena empresa precisa de seguro cyber?
Toda empresa que guarda dados de clientes, recebe por Pix ou boleto, usa e-mail para negociar pagamentos ou depende de sistemas para trabalhar tem risco cibernético. Estudos internacionais apontam que pequenas e médias empresas são alvo frequente justamente por terem menos proteção.
O seguro empresarial cobre ataque hacker?
O seguro empresarial tradicional protege o patrimônio físico, como incêndio, roubo e danos elétricos, e normalmente não cobre ataque digital. Algumas seguradoras já incluem uma cobertura cyber de valor menor dentro do empresarial. Para riscos maiores, o caminho é uma apólice cyber própria.
O que a seguradora exige para aprovar o seguro cyber?
Em geral, autenticação em dois fatores no e-mail e nos acessos remotos, backup isolado e testado, antivírus ou EDR atualizado, sistemas com atualizações em dia, treinamento da equipe contra golpes e um plano de resposta a incidentes. Muitas seguradoras aplicam um questionário ou uma varredura de vulnerabilidades antes de cotar.
Existe seguro cyber para pessoa física?
O seguro cyber é um produto voltado a empresas. Para pessoas físicas, existem coberturas mais simples, como proteção contra golpes no Pix ou em transações, que aparecem em seguros de celular, cartão ou conta. Profissionais liberais com escritório ou consultório costumam contratar como empresa.
Quer saber se a sua empresa consegue um seguro cyber?
Conte o ramo, o porte e o que a empresa já tem de proteção. A CMA cota com Allianz, AIG, Akad, Chubb, Swiss Re, Tokio Marine e Zurich e explica o que cada apólice cobre e o que fica de fora.
Prefere que a gente chame?
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Com o ramo, o porte e o que a empresa já tem de proteção, a gente verifica em quais seguradoras a empresa se enquadra e volta com as opções, sem compromisso.

CMA Corretora de SegurosFranquia oficial da rede Seguralta, com sede em Salvador e atendimento em todo o Brasil. Seguros, consórcio e financiamento, com cotação em mais de 50 seguradoras.
Fontes
- Revista Apólice — Seguro cibernético cresce no Brasil e demonstra amadurecimento do mercado (dados CNseg), 12/2025
- Revista Apólice — Indenizações do seguro cibernético crescem 253% no Brasil (dados CNseg), 08/2026
- DPL News — Brasil ultrapassa 4 mil ciberataques semanais por organização (Check Point Research), 14/07/2026
- Lei nº 13.709/2018 — Lei Geral de Proteção de Dados (arts. 46, 48 e 52)
- Legismap — ANPD publica resolução que aprova o Regulamento de Comunicação de Incidente de Segurança (Resolução CD/ANPD nº 15/2024)
- Legismap — BB Seguros lança proteção contra riscos cibernéticos para PMEs, 12/03/2026
- CQCS — Akad aposta em jornada digital para simplificar cotação de seguro cyber, 16/09/2026
- Kaseya — Seguro cibernético: o que cobre, o que não cobre e como se qualificar